Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Flagrados do espaço, desmatadores de áreas de proteção
ambiental já não passam despercebidos e começam a responder pelos crimes
da parceria entre o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), órgão federal
ligado à Casa Civil da Presidência da República, e a Secretaria de Estado do
Meio Ambiente (Sema), novos desmatamentos em unidades de conservação federais e
estaduais e terras indígenas têm suas coordenadas identificadas e imagens são
confeccionadas para levar os técnicos diretamente aos locais impactados.
Foi o que aconteceu nos municípios de Rosário Oeste e
Nobres, onde está localizada parte da Área de Proteção Ambiental (APA)
Cabeceiras do Rio Cuiabá. No segundo semestre de 2009, o Sipam emitiu três
notas de alerta identificando novos
desflorestados na APA. Em campo, técnicos da Sema constataram que as áreas
apontadas se referiam a desmatamentos ilegais e foram emitidas multas de mais
de R$ 1 milhão.
Segundo dados da Sema, alguns dos responsáveis são
reincidentes, o que reafirma a continuidade da pressão humana sobre a APA
Cabeceiras do Rio Cuiabá, que já foi líder em desmatamento no último relatório
do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (ProAE) do Sipam, com quase 3
mil hectares desflorestados entre 2007 e 2008. Nesse ritmo de desmatamento
anual, mais de 40% da vegetação da unidade já desapareceu.
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