Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
O Sindicato Rural de Sorriso deverá, nos próximos dias, formatar um questionário para buscar junto às propriedades rurais do município uma maior realidade quanto aos índices da atual safra com relação à anterior, que pode ter índices de até cinco sacas por hectare de decréscimo.
As informações foram do presidente do Sr. Elso Pozzobon, quando afirmou que as causas desta queda de produtividade ainda são desconhecidas na sua totalidade e este questionário poderá ser um instrumento importante para se saber as razões.
“Ainda não temos uma justificativa plausível, sendo que uma das hipóteses que está sendo levantada é o clima adverso em dezembro, quando da formação da planta, e foi registrada excesso de nebulosidade, assim como a possibilidade de incidência de ferrugem com maior intensidade, tendo chegado mais cedo neste ano e surpreendendo os produtores”, frisou Pozzobon. Ele destacou que, quanto às chuvas neste momento, ainda não apresentam problemas e até mesmo quanto à armazenagem, que também era uma temeridade, acaba de ser contornada com a comercialização do milho que estava estocado.
Preço da commodity não paga custo de produção:
Os produtores rurais de Sorriso, não tem nada que comemorar os atuais preços da soja, se comparados ao sistema de comercialização do ano passado.
“Se comparamos com os valores do ano passado, hoje o produtor de Sorriso perde em torno de até R$ 10,00 (dez reais) por saca de soja, sendo que, no mesmo dia do ano passado, estava sendo pago até R$
Conforme as informações do presidente do Sindicato Rural de Sorriso, esta redução atinge em torno de 33% do valor do produto e se calculando toda a produção do município de Sorriso.
“Se calcularmos que Sorriso produz 2 milhões de toneladas, o que significa um total de 32 milhões de sacas, multiplicados por R$ 10,00, a menos na comercialização chegamos às cifras de 320 milhões de reais a menos que poderia estar circulando na economia do município”, calculou o presidente, mostrando toda a sua preocupação quanto ao fator preço da commodity.
Outro fator é quanto aos custos de produção, que hoje estaria somente sendo cobertos com estes preços atuais, mas segundo o dirigente sindical, os produtores têm que arcar com outros compromissos. “Nos não tem como baixar este custo de produção, pois esta despesa já ocorreu, e nos não vivemos somente com o custo de produção, pois temos maquinários para pagar, assim como outros compromissos que ficam comprometidos e mesmo não querendo ser alarmistas, pois esperamos que o mercado seja revertido, mas a receita que se forma agora e com R$
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