Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Segundo o coordenador administrativo da Aprosoja, Carlos Favaro, a colheita de soja
A análise do colaborador da Aprosoja, que também é produtor de grãos no município de Lucas do Rio Verde, deve-se justamente aos indicativos contrários. Segundo ele, Mato Grosso, muito menos o país, não quebrará mais o recorde da produção verificada - por exemplo - na super safra de 2007/2008, quando o Brasil colheu 60 milhões de toneladas e o estado chegou a quase 18 milhões de toneladas.
A atual colheita, acredita Fávaro, é fruto de uma série de fatores que diminuíram as expectativas iniciais do agricultor. Os ítens que colaboram nesta percepção negativa, enumera, são o acometimento surpreendente de doenças como Ferrugem e a inusitada Soja Louca II (que sequer possui profilaxia adequada, segundo verificação da Emprapa), a sazonalidade atípica das condições climáticas, que diminuiu a produtividade, e o própria situação de desestímulo do agricultor, que anda latente pelos prejuízos que vem tendo na comercialização.
"À R$ 60 reais a saca a soja já sai dando prejuízos ao produtor", calcula ele. Na primeira quinzena de março Lucas termina sua colheita. Pelos dados do Imea, Lucas do Rio Verde é o município onde os trabalhos no campo - em relação à oleaginosa - está mais próxima do fim, com Sorriso na segunda colocação.
Até a semana passada, o Mato Grosso havia colhido 34,5 por cento da área total, estimada em 6,11 milhões de hectares, ou 2,1 milhões de hectares. Mas até a quinta-feira desta semana a colheita já havia sido feita em 3 milhões de hectares.
A colheita
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