Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Terminou a pouco a sessão extraordinária que elegeu o novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O nome escolhido foi o de José Silvério Gomes, eleito com 23 votos. Ele estava disputando com o desembargador Manoel Ornellas, que obteve apenas um voto. Um magistrado votou em branco.
Após a votação a sessão foi suspensa. O novo presidente deve tomar posse hoje, dentro de alguns minutos. José Silvério Gomes será responsável pela condução do TJMT no restante do mandado que pertencia a Mariano Alonso Travassos - biênio 2009/2011. A sessão plenária foi conduzida pelo presidente em substituição legal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Paulo da Cunha. As normas regulamentadoras do pleito estão contidas no Regimento Interno, cujo artigo 48 estabelece a obrigatoriedade de eleição de substituição, se a vaga ocorrer dentro da primeira metade do mandato do presidente, do vice-presidente ou do corregedor.
Foram condenados os desembargadores José Ferreira Leite, José Tadeu Cury e o atual presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Mariano Travassos. Também foram condenados os juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira (filho de José Ferreira Leite), Antônio Horácio da Silva Neto, Juanita Clait Duarte, Graciema Caravellas, Maria Cristina Simões e Irênio Lima Fernandes.
Outras Gestões:
Na história do Poder Judiciário de Mato Grosso houve duas situações de magistrados que não chegaram ao final de seu mandato na Presidência, sendo eles os desembargadores José Vidal e Wandyr Clait Duarte, que presidiram o Tribunal de Justiça nos anos de 1989 e 2000, respectivamente.
O desembargador José Vidal renunciou ao cargo antes de completar o primeiro ano, sendo substituído pelo vice-presidente, desembargador Flávio Bertin, que se candidatou à vaga na eleição convocada e foi eleito para finalizar a gestão. Já o desembargador Wandyr Duarte faleceu depois de completado um ano na direção do TJMT, sendo substituído pelo então vice-presidente, desembargador Munir Feguri.
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