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No Residencial Sadia, em Lucas do Rio Verde, M. T. L. C., 16 anos, acusou o padastro O.M.A., 38 anos, de assédio sexual. Em contrapartida, a mãe, o padastro e uma senhora de 78 anos, que convive diariamente com ela, desmentiu a história, alegando que ela é uma garota rebelde.
A história se passou neste final de semana. Ao ligar para a polícia militar, a menor se encontrava há pelo menos
Ao chegar ao endereço revelado, os policiais receberam a seguinte versão quanto ao comportamento da adolescente: de que ela seria uma jovem rebelde que vive na rua, que teria um comportamento inadequado para a idade, e que possuiria uma vida sexual ativa.
As informações foram repassadas pela própria mãe, e confirmadas pelo padrasto e por uma senhora de 78 anos, que mora na mesma residência. Na casa onde mora M. reside também uma menor de 4 anos.
Para a família, M. T. L. C. estaria fazendo uma espécie de chantagem para que a família banque a volta dela ao Recife, capital de Pernambuco, pois ela teria deixado “um namorado lá”.
Na defesa de O.M.A., a mãe condenou a atitude da filha, salientando que o seu companheiro é um homem íntegro,e que já estão juntos há mais de 10 anos sem nenhum problema.
A menina rebateu dizendo que, apesar do comportamento inadequado, ela não estaria mentindo, e que há seis meses já havia revelado à mãe a suposta investida do padrasto.
No local a PM acabou colhendo informações com os vizinhos e com uma senhora que mora na própria residência da família. Todos foram unânimes em reconhecer que M. estaria cometendo um absurdo, e que o padrasto não teria capacidade de cometer tal ato.
A suposta agressividade da menina, com histórias de agressão e o conseqüente sofrimento da mãe na luta diária de tentar educar a filha foram a tônica dos relatos observados pelos policiais.
Diante tanta polêmica, os PMs acionaram o Conselho Tutelar para juntos, registrarem os depoimentos.
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