Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Estudos realizados pela Assessoria de Pesquisas Econômicas Aplicadas da Secretaria Adjunta de Receita Pública da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) apontam que a renda agrícola mato-grossense não cresce no mesmo ritmo da produção. Renda agrícola é a diferença entre o preço de venda e o custo de produção.
Segundo as estatísticas, enquanto a produção agrícola cresceu 70% no período de
“Os números mostram que a produção está avançando em um ritmo bem mais veloz do que a renda do produtor”, analisa de Cursi.
Em 2006, conforme ainda o levantamento da Sefaz, a produção mato-grossense foi de 22,58 milhões de toneladas e a renda estava em R$ 11,59 milhões, menor, portanto, do que a renda de 2001 (R$ 12,76 milhões).
“No meio da gestão Maggi tivemos o pior vale da renda agrícola
Na avaliação de Marcel de Cursi, a crise só não foi pior porque Mato Grosso ampliou sua inserção no mercado internacional, aumentando as exportações e agregando valores aos produtos primários.
PRODUTOR – Para o diretor administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Carlos Favaro, a principal causa da queda da renda agrícola é a defasagem cambial, atrelada à falta de uma logística adequada para transportar a produção. “A valorização do real em relação ao dólar, nos últimos anos, vem corroendo a renda do produtor, que paga um frete caro em real e precisa de mais dólares. Com isso, acaba sobrando menos dinheiro na ponta”.
Ele acredita que a situação só vai melhorar quando o Estado tiver uma melhor logística para escoar sua produção. “É preciso que projetos como os da ferrovia, hidrovia e pavimentação de rodovias sejam efetivamente colocados
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