Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Técnicos e produtores se reuniram na manhã deste sábado no auditório da ACES, para o 6º Encontro de Suinocultores,. A exemplo de edições passadas, o evento reuniu representantes dos municípios vizinhos como Sinop e Lucas do Rio Verde.
Os três primeiros dias do evento que começou dia 19 foram destinados aos cursos de culinária e reunião da Associação de Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat/MT). As palestras e discussões sobre o setor acontecem somente neste sábado de manhã sendo encerrado o evento com um almoço . A primeira palestra foi sobre o efeito do plasma spray dried em comparação com outras substâncias bioativas nas fases de creche e outras etapas do processo produtivo. O doutor em fisiologia animal e diretor mundial de pesquisa e desenvolvimento da empresa APC, Javier Polo será o palestrante.
No segundo tempo, o diretor administrativo da Associação dos Suinocultores do Triângulo e Alto Paranaíba (Astap), Stefan Alexander Rohr, abordou a gestão como ferramenta de uma suinocultura de sucesso. As mudanças climáticas e recursos hídricos também foram discutidos em palestra conduzida pelo professor e diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas (Icat) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e membro do grupo de Gerenciamento de Riscos climáticos da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (MG/CCl/OMM), Luiz Carlos Baldicero Molion.
Além das palestras, houveram cursos de corte e de culinária de carne suína. Este ano foram abertas duas turmas para dar oportunidade a um número maior de interessados. As aulas foram ministradas pelo cheff Daniel Furtado.
Na sexta-feira (21), a Acrismat fez uma reunião itinerante. Em seguida os participantes saborearam novas receitas com a carne suína num jantar de confraternização.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), as exportações de carne suína do Brasil atingiram 51,25 mil toneladas
No acumulado do ano, entre janeiro e abril, o Brasil exportou 176,71 mil toneladas, queda de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Em receita, as vendas atingiram US$ 426 milhões, alta de 12,91%. De acordo com a Abipecs, o aumento da receita indica que a recuperação de preços é muito significativa, o que compensa a distorção cambial existente no Brasil.
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