Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
E se Kleber (Jorge Wagner) bater uma falta, o goleiro Michel (Rogério Ceni) falhar, Índio (Fabiano Eller) der um toque de leve e Alecsandro (Fernandão) aparecer para completar? E se um pouco depois Alecsandro (Fernandão) cabecear, Michel (Rogério Ceni) defender, Alecsandro (Fernandão) cruzar e Tinga (Tinga mesmo!) completar? E se acontecer tudo de novo, num xerox daquele 16 de agosto de
Basta um empate porque o jogo de ida, no México, terminou com vitória vermelha por
Sandro joga. Guiñazu joga. Tinga joga. Alecsandro, se tudo der certo, também joga. A semana começou com preocupações no Beira-Rio. Quatro titulares dos mais importantes tinham problemas: um beliscão na coxa aqui, uma dor na musculatura ali, um tornozelo inchado acolá. Mas o quarteto se recuperou. Nesta terça, o técnico Celso Roth já deixou claro que conta com todos eles para a finalíssima. A situação do centroavante, porém, ainda requer cuidados.
Ter todos eles significa ter time completo. Como explicar que Giuliano, melhor jogador do Inter na Libertadores, autor de cinco gols, seja reserva? Como explicar que Rafael Sobis, herói em 2006, não tenha um pingo de chance de começar o jogo? É que não tem ninguém para sair. Completo, do goleiro ao centroavante, com todo mundo pronto: o Inter vai com tudo para cima do Chivas.
Vai com tudo para confirmar um título que não dá como certo. Dizem que o seguro morreu de velho. É o lema do Inter: segurança, precaução, sem oba-oba.
- O Inter não é campeão de nada. Se temos essa vantagem, é porque somos profissionais. Profissionalismo é o que diferencia a paixão de outras situações. O torcedor tem o direito de fazer o que quiser, dentro das situações normais. Pode dizer que o time dele é o melhor ou o pior. O profissional, não. Precisa levar as coisas e saber que vai ter um adversário diferente do que foi no México, com jogadores de qualidade muito grande – disse o técnico Celso Roth.
Sobram exemplos que Inter e Chivas citam antes da finalíssima. O Colorado lembra que os mexicanos bateram o Universidad de Chile
Esperançoso, Chivas promete ser mais competitivo
O Chivas fez as malas e chegou cedo a Porto Alegre. A delegação mexicana desembarcou na capital gaúcha no último sábado, a quatro dias da decisão. Quis sentir o clima da cidade, treinar no local da partida, se acostumar com o frio. Foram quatro treinamentos antes da final, todos com portões fechados. Os jornalistas brasileiros e estrangeiros só puderam acompanhar os trabalhos do técnico José Luis Real nesta segunda-feira, mas apenas alguns minutos finais.
Real não pretende mudar o time para o segundo jogo. Os mexicanos devem enfrentar o Inter com a mesma formação que entrou em campo
- Falamos internamente que em Guadalajara fizemos um bom primeiro tempo, mas no segundo não. Agora, nossa ideia é que possamos fazer 90 minutos melhores. Fazendo isso, podemos ser mais competitivos para enfrentar um rival como o Inter, que é uma equipe muito importante, um dos melhores. Respeitamos o adversário, mas temos muitos desejos e otimismo. Temos a segurança de que vamos jogar melhor – disse o treinador.
Os jogadores reconhecem a força do Colorado, mas não se dão por vencidos. O zagueiro Reynoso, capitão da equipe, lembra que um dos principais objetivos do grupo é apagar a imagem ruim deixada no primeiro confronto. Os mexicanos foram amplamente dominados pelos brasileiros, chegaram a fazer
- É possível vencer. É uma final de Libertadores. Estamos conscientes de que não fomos bem
comentários
Demar comentou em 18-08-2010 às 11:17
SEM CHANCES PARA OS MEXICANOS, SINTO MUITO, INTER BI CAMPEÃO. PARABENS AOS COLORADOS.