Em sua vida, você já se arrependeu de algo que não tenha feito? Qual o seu maior arrependimento?
Cerca de R$ 9,5 milhões (10% da quase totalidade dos valores) das obras da duplicação da BR-364 entre Rondonópolis até o Posto Gil, passando por Cuiabá e Várzea Grande, os dois maiores municípios de Mato Grosso, foram bloqueados por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), cautelarmente até que sejam esclarecidas possíveis irregularidades de superfaturamento, utilização de materiais de qualidade inferior ou excesso de produtos em trechos das obras que totalizam mais de R$ 95 milhões. A decisão é de responsabilidade do relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, e cabe recurso, e foi adotada contra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)
O valor bloqueado é destinado a manutenção da rodovia BR-364 e atinge a três empreiteiras, a Cavalca, Delta e Redran. As empresas garantem que não há irregularidades e que a decisão da instituição foi prematura, sem antes ter ouvido das mesmas as justificativas da recuperação, duplicação e manutenção da BR que é responsável pelo escoamento da safra agrícola de Mato Grosso para o Sul e Sudeste do Brasil. A maior parte é da Cavalca com R$ 8,6 milhões num trecho de
O trecho da Redran vai da Fazenda Itamarati, no Médio Norte Mato-grossense até o município de Campo Novo do Parecis e a Delta é somente quanto a duplicação da Serra de São Vicente que vem sendo feita com ferro, cimento e asfalto.
O secretário de Controle Externo do TCU
A duplicação de Rondonópolis até Posto Gil, abrange pelo menos três BRs em todo o seu trajeto, ou seja, a
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