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Com a proximidade das festas de final de ano, a velha lei da “oferta e da procura” já está vigorando nos milhares de açougues espalhados por Mato Grosso e o preço está em disparada, revela o boletim semanal da bovinocultura, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea).
Conforme o documento, o cálculo dos preços médios praticados no mercado varejista revela alta de 5,62% no mês de novembro, em relação ao de outubro.
Segundo o Imea, o filé mignon foi o grande “vilão” dos cortes nobres nos balcões refrigerados, com o preço médio em R$ 37,06 por quilo, o que significa alta de 23,57% em relação aos R$ 29,99 praticados em outubro. Outra carne nobre muito procurada no final do ano é a picanha, que chegou a R$ 45,94 – aumento de 13,49% em comparação aos R$ 40,48 do mês anterior.
Mas não são somente os cortes nobres que estão mais “salgados”. O Imea
revela que o quilo de lagarto registra média de R$ 18,13 – alta de 26,72% sobre o preço de outubro (R$ 14,31) e, o patinho, teve alta de 18%, registrado a R$ 16,83. Coxão mole e coxão duro tiveram aumento na faixa de 6% cada, contrafilé 4,95% e acém 3,86%. Em contrapartida, a costela baixou 5,59%, com preços médios de R$ 9,82.
Quando a comparação é feita com novembro de 2010, o boletim do Imea aponta que os preços praticados no varejo mato-grossense estão muito além da inflação do período (que é de cerca de 6%). O lagarto subiu 19,55% no ano, acém 16,88%, picanha 14,73%, coxão mole 13,66%, fraldinha 13,10%, filé mignon e contrafilé na faixa de 11% cada, músculo 9% e coxão duro 8%.
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