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Alunos e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) radicalizaram o movimento grevista que completa nesta quarta-feira (1°), 77 dias, acampando em frente à instituição. Com a rejeição da segunda proposta do governo federal, a categoria aguarda novas decisões do Comando Nacional de Greve, que se reúne novamente em Brasília hoje com o governo federal para nova rodada de negociação.
Segundo os docentes, o governo propõe um reajuste que vai de 19,65% a 39,53%, escalonado entre as classes, até 2015, mas não considera a inflação prevista para esse período de 32% em média. Eles também reivindicam a reestruturação da carreira e defendem o não sucateamento das unidades.
Com o prolongamento da greve, o calendário do ano letivo deve ser alterado para não prejudicar ainda mais os alunos.
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